Segundo me contaram, COR, CORDIS, seria coração em latim. Tanto é assim que palavras como coragem e concordar tem a ver com o coração do ser humano. Cordato desembesta pelo mesmo caminho. É que lá nos antigamentes pensava-se que o coração era quem comandava a bagunça humana. Só depois se descobriu o cérebro. Deve ter sido numa cacetada que um neandertal deu na cabeça de um homo sapiens, mas deixa pra lá.
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Começo pelos franceses. Principalmente os parisienses. Pois não é que estão menos chatos? Os narizes desempinaram, aceitam que conversemos em outras línguas que não o francês e, pasmem, dão informações turísticas de muito boa vontade. Sugestões ainda não, já seria demais. Porém não se negam a apontar atalhos e até riem do barulho que os brasileiros fazem em restaurantes.
Por sua vez, os ingleses também estão com o coração a toda. Levei mãe Leca a alguns musicais e qual não foi a minha surpresa ao ver, ao final do engraçado “Mamma mia”, toda a plateia do centenário teatro londrino ficar de pé e dançar as derradeiras músicas do Abba com uma alegria incrível, principalmente as bisavós que estavam perto de nós.
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Por essas e outras é que sinto no ar um bem vindo cheirinho de dias melhores para a humanidade. AMÉM!