Eu estava preparando umas mal traçadas linhas sobre Bernardo Guimarães, autor do romance A Escrava Isaura. Iria contar a vida boêmia (e bota boemia nisso) do escritor quando lembrei que, por causa da novela que a Globo produziu com base no livro, quase levávamos uma tremenda surra, com amplas possibilidades de irmos parar no xilindró.
Eles estavam perdidos há um ano e um dia, sem o que comer nem beber. A situação requeria o sacrifício humano, o abate de alguém para que de suas carnes se alimentasse a tripulação em busca da sobrevivência. Lançaram-se os dados e a má sorte caiu sobre o Capitão da velha nau. Em desespero, este pediu para o Gajeiro subir ao ponto mais alto do mastro à procura da Espanha, ou das areias de Portugal, o que foi feito sem sucesso.
As alterações fisiológicas, ao longo dos anos, são consideradas normais na frequência cardíaca, no consumo máximo de oxigênio, no músculo esquelético, nos ossos, na flexibilidade e na composição corporal total. Com o passar do tempo, ocorre alguma perda de condicionamento físico com a idade, e a frequência cardíaca pode, assim, aumentar um pouco além da faixa do adulto. Em muitas pessoas mais velhas, essa tendência é exacerbada por um decréscimo no volume sistólico, o qual
Dizem que o escritor é um observador, um ser reflexivo, analítico, crítico das pessoas e do mundo que está ao seu redor. Se existir um lado ruim do ato de observar, eu diria que é perceber coisas que deveriam ter sido percebidas e solucionadas. Talvez seja por isso que nossos representantes
Aos poucos, o dia vai se despedindo. O sol já se vê ao fundo como um leve risco, uma fresta de luz laranja se escondendo por trás do rio, cedendo lugar ao brilho que a lua reflete no mar.
O sentido da vida, um dos temas mais profundos e intrincados da filosofia, tem sido explorado por pensadores ao longo dos séculos. Desde os antigos gregos até os contemporâneos, cada tradição e cada autor oferecem uma perspectiva única que nos convida a refletir sobre nossa existência e propósito.
Poucas são as pessoas que têm o privilégio de sair desta vida e levar uma bagagem leve, como pluma, porém muito substanciosa em prestação de contas do que plantou, fez e deixou de herança para a humanidade, por meio do engajamento e liderança na Doutrina Espírita. Um exemplo deste tem um nome forte: Lúcia Siébra. Raramente ouvia ela pronunciar meu nome. Chamava-me de "Filha". Nesta quinta-feira (29/1) ela partiu, aos 87 anos, e seus restos mortais repousam na sua cidade natal: Crato (CE).
Ah, quem ainda goza do vigor dos seus melhores anos nem seria capaz de imaginar que penúria é enfrentar o atrevimento de um calendário que tenho pendurado em uma parede de meu gabinete. Este vai substituindo as folhinhas dos meses com uma velocidade que me angustia. Daí meu padecimento em pensar que os anos que tenho pela frente já não são tantos e que bom seria se o tempo fosse mais vagaroso, que este tivesse a preguiça que ando tendo de uns tempos para cá.
Poesia, a quem será que se destina? A quem busca respostas ou a quem não sabe as perguntas? Todos nós precisamos de alternativas poéticas que nos impulsionem no caminho de uma humanidade que nos faça viver. Um dos principais instrumentos é a palavra, quando esta carrega a necessária carga poética. De versos para nos mostrar o nosso avesso e a diversidade que carregamos. Entre sons, ritmos e formas.
O Espiritismo é uma doutrina livre de preconceitos, rituais, paramentos e de qualquer manifestação dogmática. Como ciência, filosofia e religião, representa a síntese dos princípios naturais existentes desde todos os tempos, que serão gradativamente assimilados pela inteligência humana e integrarão a crença comum, independentemente de rótulos. Questões importantes como a existência de Deus, a imortalidade da alma, a mediunidade, a lei de causa e efeito e a reencarnação apresentam conteúdos indispensáveis ao entendimento do homem sobre a sua origem, o seu papel no mundo e o seu destino futuro após a morte do corpo físico.
Quando me dei conta, o acesso à Academia Paraibana de Letras se tornou realidade. O coletivo dos acadêmicos, olhando na mesma direção, avalizou minhas aspirações literárias.
O rótulo de “psicossomática”, embora não esteja literariamente estabelecido, parece-nos adequado para definir a forma como Augusto dos Anjos associa temas psicológicos profundos (angústia, pessimismo, melancolia) à ênfase crua e materialista no corpo. Essa é uma das características da sua obra e reflete as influências científicas e filosóficas da época (cientificismo, naturalismo, monismo), que mostravam o ser humano como um organismo sujeito às leis da biologia e da física.
A casa do senhor Elias cheira a livros velhos, café passado e madeira encerada. Nas paredes, não há quadros retos. Uma estante inclina-se para a esquerda, resultado de uma tentativa fracassada de montagem há quarenta anos. Ele a chama de “minha Torre de Pisa particular”.
Para o querido amigo Buda Lira, ator do filme O Agente Secreto, em nome de quem saúdo esse elenco divino e maravilhoso. Mais que todos, os paraibanos.
Este foi o ano retratado no filme O Agente Secreto, do premiadíssimo diretor pernambucano Kléber Mendonça Filho, que, na semana passada, recebeu quatro indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator (Wagner Moura) e Melhor Direção de Elenco (Gabriel Domingues). O Brasil inteiro celebrou com a camiseta do Bloco Olindense Pitombeira (numa referência à camiseta usada no filme pelo personagem de Wagner).
Kleber Mendonça, diretor do filme O Agente Secreto ▪️ Foto: Harald Krichel
Dona Tânia Maria, com seu vestido florido e seu cigarro desaforado, também aconteceu. E viva o Cinema Brasileiro! E viva o orgulho da cultura pernambucana!
Tem gente achando que salvará o planeta plantando alface na varanda gourmet do apartamento de luxo. E também consumindo alimentos orgânicos e outros produtos considerados corretos do ponto de vista da sustentabilidade ambiental. Coitados, estão enganados, é o que afirma o antropólogo Michel Alcoforado em artigo publicado em 6.12.2019. Enganados porque os demais hábitos dessa tribo superam – e muito -, em termos de danos ao meio ambiente, os benefícios alcançados pela alface de estufa. Exemplo: as inúmeras viagens de avião que fazem anualmente. E então o estudioso apresenta os dados estatísticos que embasam sua afirmação, dando-lhe credibilidade. É algo para se pensar.
Em 2008, a história de Stamatis Moraitis, imigrante grego radicado nos Estados Unidos, ganhou projeção internacional ao ser divulgada pelo jornalista Dan Buettner em seus estudos sobre longevidade.